PIBID- Material de vídeo e artigo
FEITO: LEANDRO
PIBID- 2025
04 de Fevereiro
No dia 4 de fevereiro entrei no PIBID uma surpresa muito grande estava em uma aula quando recebi a notícia pelo whatsapp da professora Alda sobre o desligamento de uma aluna e como eu estava na lista entrei no lugar dele. Nos dias posteriores começo a mandar os documentos bancários e começo a fazer as atividades leituras sobre “etnobiografia e material didático para o ensino médio de sociologia": produção compartilhada do filme “Tinta neles!” e também os vídeos “Tinta neles” e uma palestra sobre esvaziamento curricular e reformas do ensino.
13 de Fevereiro
Nesse dia tenho o meu primeiro encontro com os professores da escola fiquei com o de Guaiuba os encontros serão nas quintas feiras. Além disso, fizemos uma discussão sobre o que nós iríamos estudar no período. Alguns professores são novatos no PIBID por que os professores antigos saíram por que não são efetivos nas escolas e o edital pede que sejam e esse professores novos são então não iria ter problema caso alguém saísse não iremos ter problema em relação a isso por ser professores efetivos, recebi meu crachá do PIBID bem bonitinho.
Fichamento de vídeo e artigo
Vídeo
Filme “Tinta neles”
O filme começa com o artista falando da forma que a imagem muda um cenário como um determinado espaço sem nada pode se transformar em uma arte, com isso o morador reconhece o artista um diálogo entre o morador e o artista. O artista Tiaguim fala como foi o processo de pintura começava a fazer em casas abandonadas com tintas vencidas doadas pela população, fazia dessa forma pois não tinha contato com as latas de tintas específicas para o graffiti uma das formas que marcou o artista foi uma pintura em uma comunidade em uma caixa de água onde perto dessa caixa os moradores transformaram o terreno em um campinho quando a empresa dona da caixa d'água ia fazer a limpeza falava que aquele terreno era da empresa uma discussão que o artista faz e que como pode ser da empresa se a comunidade vive ali essa pintura para ele foi transformadora.
A faculdade da rua é uma forma de conceito que seria o aprender o que é o graffiti a convivência com outras pessoas. Além disso, um fato para chamar a atenção da população seria o “rolê” que seria pintar sem a autorização, sem isso não teria o comércio, comercializar a arte dos artistas que sem um não existiria o outro. Para ele existe uma dificuldade em relação a sua cidade, a locais que aceitam melhor a cultura do graffiti e outros que acontecem as chamadas batalha de rap acontece porque há uma dificuldade na compra do material que para os jovens de periferia isso seria improvável de se realizar pela falta de dinheiro.
Referências
https://www.youtube.com/watch?v=ZEXjLvdKq5E&t=4s
Artigo
Etnobiografia e material didático para ensino de sociologia: produção compartilhada do filme “Tinta neles!”
O texto começa a falar sobre o filme “Tinta neles” , material didático em escolas de ensino médio, o texto aborda alguns processos culturais principalmente envolvendo jovens de periferia de regiões como a de Sobral. O texto ressalta a elaboração de propostas para inverter a hierarquia educacional que faz com que a instituição exclua saberes que possam ajudar na compreensão do aluno de que os moradores que não são do sistema de ensino possam proporcionar vínculos entre a comunidade e a escola. Uma das ideias de material didático é o filme “Tinta neles” usado em disciplinas relacionadas a sociedade e cultura a produção e baseado em imagens do acervo do Laboratório das memórias e das práticas cotidianas - LABOME.
O filme se baseia no graffiti uma arte que faz parte do domínio técnico e estético dos artistas locais usado para comunicar as formas de viver e entender a cidade toda e qualquer manifestação cultural tem histórias sendo produzida exclusivamente em um lugar muitas vezes sustentada de forma autoritária por discursos seja legal ou propagado no cotidiano tendo base em mitos de origem que é parcial e procura justificar com certos interesses de disputa. O autor se pega em um dilema sobre o campo das ciências sociais que envolve a história oral e a antropologia. Além disso as relações sobre memória da trajetória individual pode ser ou não suficiente na análise das dinâmicas sociais, para Durkheim o indivíduo tem um lugar em seu psicológico nas reflexões sobre o social gerando atitudes anti-individualizantes para análise social mesmo tendo o indivíduo como “informante”.
A obra audiovisual é entendida a partir da percepção do resultado apresentado, por si já é um conjunto de vários movimentos que foram construídos a partir da junção das experiências que envolvem vários agentes. A arte não comunica mas transforma seja o local que está fazendo sua arte como as pessoas que ali estão. A narrativa do filme fala do Tiaguim artista que fazia sua arte com tintas vencidas em imóveis abandonados pintava para passar sua mensagem mesmo sem condições de um profissional. Pichação não é igual a pixação, pichação seria mais amplo que inclui rabisco de declaração de amor ou manifestações políticas, já o pixo para o autor é uma espécie de pichação que usa gramática própria sem deixar de ser uma transgressão que chama atenção para si ou para alguma coisa. Os artistas do pixo não querem ser vistos como artistas eruditos, mas sim artistas que se comunicam de forma estética promovendo engajamento a um crítica social.
Por fim, o filme é uma obra que pode pensar a forma de transposição didática de conteúdos, temas relacionados ao campo sociológico com especificidades, o problema que o autor coloca e a desvalorização do saber do aluno como um ser capaz de produzir teoria social os alunos são produtores de saberes, teorias e conceitos, com códigos que eles dominam. Além disso, o filme é um meio de comunicar com imagens que baseiam na imaginação daqueles que a produzem, a forma que o filme promove uma crítica social, favorece o envolvimento de uma linguagem imagética principalmente entre os jovens é um processo de aprendizagem que deve estar aberto para surpresa e protagonismo do aluno.
Vídeo
PIBID Esvaziamento curricular e reformas do ensino médio
O vídeo começa com a apresentação das palestrantes Professora Alda Sousa, Professora convidada Kelly Menezes e a Professora Joana Rower que estava sendo a mediadora. A professora Kelly fala do esvaziamento de conteúdos bons completos necessários. A BNCC traz nas suas discussões conteúdos essenciais com conteúdos que o filho do pobre vai ter e o filho do rico trazendo uma igualdade na educação.
No entanto, a formação docente na reforma do ensino médio e uma formação muito precária para esse novo ensino médio, as dificuldades de implantação dos conteúdos os professores não têm liberdade de ensinar e pesquisar a BNCC afirma que não é um currículo e uma orientação. Mas e um currículo sim o professor é só um executor para a BNCC de seu plano curricular um plano que não é obrigatório mas sendo obrigado a seguir.
Os conteúdos curriculares devem estar a serviço para o desenvolvimento de suas competências e a competência e a possibilidade de operar o conhecimento em situações que requerem aplicar e tomar decisões.Os processos de formação do novo ensino médio para a palestrante é uma desformação de como os profissionais se coloca em sala uma forma desintelectuação e desprofissionalização do ser docente o professor se ver em tudo que fala tem que justificar.
Referências
https://www.youtube.com/watch?v=c0XjqmZZwik
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