Encontro na escola
06 de março de 2025
Neste dia fui a escola onde participei de uma reunião com os professores da escola com a professora coordenadora Sheila Rodrigues de onde ela relatou sobre o namoro na escola e o uso do celular, onde ela pediu para que os professores ocupem os alunos com alguma atividade para que nas horas de intervalo e saída para casa esses alunos não fiquem ansiosos para sair. Além disso, uma coisa que achei muito interessante seria o projeto professor diretor de turma o (PPDT) que os professores são a mediação entre coordenação e alunos são três processos que ocorre caso o aluno tenha algum problema primeiro ele fala com o professor, caso não resolva, passa para a coordenação caso não resolva passa para a direção da escola.
Logo que a reunião terminou fizemos algumas atividades sobre o relatório disponibilizado pela professora Alda sobre o nome do diretor, coordenadores, escola e outros pontos. Neste mesmo dia ocorreu uma palestra pelo Google Meet falando sobre a experiência sobre a prática de educação anti racista, mostrando sua cartilha que fala de suas experiências e os projetos anti racistas nas escolas. Às 15 horas do mesmo dia fizemos nossa formação com a palestra da professora Raquel de Abreu Marques Mestranda pelo mestrado profissional em sociologia Profsocio, pela associada UVA. Tendo como tema um relato de experiência sobre a prática da educação anti racista em escolas públicas cearenses.
13 de março de 2025
Fui ao encontro na escola e falamos sobre o roteiro, como seria feita a divisão dos grupos e essa mesma divisão ficamos em ir na escola fazer a observação e posteriormente a prática, no mês de Abril cada grupo ficou com uma turma e dia fiquei com a Livania na sexta-feira em Abril e também conseguimos corrigir questões de um trabalho dos alunos . Neste mesmo dia fizemos a formação às 15 horas onde falamos sobre a escola que ficamos e sobre o roteiro que foi disponibilizado pela professora Alda.
Artigo
Cartilha antirracista: Ferramenta pedagogia para a construção de uma educação antirracista em escolas do Ceará.
O artigo começa a falar sobre a construção de um material didatico a cartilha Antirracista, que surgi com o desejo de propor uma reflexão sobre as questões raciais no ambiente escolar e no contexto nacional, abordando o contexto historico e como a desigualdade racial esta presente no dia a dia dos individuas de varias formas principalmente no ambiente escolar. Assim, a cartilha busca mostrar a importância desse assunto e a busca por soluções que melhorem as questões etinico-racial nas escolas.
A autora ressalta a importância da educação básica que prepara os jovens para a sociedade, tornando-os éticos, solidários, respeitosos e tolerantes. O contexto educacional domina o pensamento eurocêntrico trazendo para a sala de aula uma hierarquia social, uma forma de ensino como uma visão colonial transmitido apenas as produções europeias. O colonizado cria suas próprias formas eficientes de dominação que permanece no indivíduo mesmo com o fim do colonialismo. No contexto brasileiro a uma naturalização da inferioridade dos negros que o racismo produzil, os negros brasileiros contruiram de si mesmo uma visão negativa tornando o branco como um modelo de identidade a ser seguido. A autora fala que independente de onde moram os jovens necessita de uma educação que seja acolhedora, que respeite os diversos povos e que permita uma formação com respeito à diversidade.
O projeto foi realizado de três formas o primeiro uma pesquisa bibliografica com obras como o pequeno manual antirracista de Djamila Ribeiro. Na segunda etapa ocorreu a participação de três alunos na produção da cartilha, conduzidas pela professora e os alunos nas turmas que foi selecionada pela a escola e também em duas escolas de fundamental nos municípios de Croatá e Ipueiras. Além disso, foram realizados jogos relacionados a Orixas com santos católicos. A terceira etapa ocorreu a participação de estudantes na fase regional do Ceará científico 2023 evento criado pela secretaria de educação de Estado os alunos apresentaram o projeto e suas ações na região proporcionando um espaço de diálogo e valorização dos conhecimento.
Os estudantes foram divididos em dois grupos: 1 três estudantes foram os convidados para auxiliar a professora. 2 os alunos de turmas que participaram da oficina sobre a cartilha, entre esse estudante existia uma grande variedade de cultura e religião. As fontes deste trabalho foram a observação e as experiências pessoais. Além disso, promover a cultura Africana e afro-brasileira pelo conhecimento sobre a África do passado e do presente. A autora fala que esse projeto é uma evidência de muito o que se fazer na educação principalmente sobre o racismo principalmente aos profissionais que necessita ter um reconhecimento sobre as questões raciais.
Feito por Leandro
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